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	Comentários em: Contradições nas Políticas Linguísticas em Cabo Verde	</title>
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		Por: Fernando Jorge Tavares		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fernando Jorge Tavares]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Jul 2025 17:46:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Um debate potente é necessário. Congratulo-me com o articulista! O problema da não oficialização da língua Cabo-verdiana é meramente um problema político e ideológico, decorrente da assimilação e alienação culturais Vigentes no período colonial e que vem sendo reproduzido  e perpetuado  por uma certa elite política e pseudointelectual, no período pós colonial. Esse problema constitui um enorme desafio para o sistema educativo cabo-verdiano, que mesmo decorridos meio século  sobre a nossa independência, continua formando uma geração de sujeitos culturalmente alienados e desprovidos de uma consciência histórica. Um sistema de ensino que não ocorre na língua nativa do(a)s aluno(a)s está votado ao  fracasso. A educação só tem sentido significativo se ,efetivamente, promove o empideramento  de sujeitos concientes de seu lugar de fala. Se o currículo  escolar consiste na transmissão da cultura, enquanto síntese dinâmica da sociedade e da história, de um povo ou uma nação, significa também que essa transmissão deva ocorrer na língua nativa  do povo que, no caso vertente, é a língua cabo-verdiana. A hegemonia da língua portuguesa e a marginalização da língua materna cabo-verdiana, no contexto escolar e educacional, constitui um dos maiores entraves do nosso sistema educativo. Sima Cabral tá flaba, independência di paises africanos e ca suficiente pa libertação di mente  di  povu africano. É preciso que no continua tá resisti e tá enfrenta  neocolonialismo cultural pa no podi liberta nos mente. Só assim será possível assumirmos a nossa língua materna  sem hipocresia e preconceito.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um debate potente é necessário. Congratulo-me com o articulista! O problema da não oficialização da língua Cabo-verdiana é meramente um problema político e ideológico, decorrente da assimilação e alienação culturais Vigentes no período colonial e que vem sendo reproduzido  e perpetuado  por uma certa elite política e pseudointelectual, no período pós colonial. Esse problema constitui um enorme desafio para o sistema educativo cabo-verdiano, que mesmo decorridos meio século  sobre a nossa independência, continua formando uma geração de sujeitos culturalmente alienados e desprovidos de uma consciência histórica. Um sistema de ensino que não ocorre na língua nativa do(a)s aluno(a)s está votado ao  fracasso. A educação só tem sentido significativo se ,efetivamente, promove o empideramento  de sujeitos concientes de seu lugar de fala. Se o currículo  escolar consiste na transmissão da cultura, enquanto síntese dinâmica da sociedade e da história, de um povo ou uma nação, significa também que essa transmissão deva ocorrer na língua nativa  do povo que, no caso vertente, é a língua cabo-verdiana. A hegemonia da língua portuguesa e a marginalização da língua materna cabo-verdiana, no contexto escolar e educacional, constitui um dos maiores entraves do nosso sistema educativo. Sima Cabral tá flaba, independência di paises africanos e ca suficiente pa libertação di mente  di  povu africano. É preciso que no continua tá resisti e tá enfrenta  neocolonialismo cultural pa no podi liberta nos mente. Só assim será possível assumirmos a nossa língua materna  sem hipocresia e preconceito.</p>
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