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	Comentários em: Cabo Verde e Martinica: Duas identidades no itinerário da crioulidade	</title>
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		Por: Lex Veritas		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lex Veritas]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Aug 2025 13:31:44 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Os falsos brancos de mentalidade colonizada

Enquanto na Martinica se assume com orgulho a negritude e se reivindica a africanidade sem rodeios, em Cabo Verde ainda há quem se arme em europeu de terceira — a fingir que nasceu em Lisboa ou Marselha. Crioulidade? Só quando dá jeito. A africanidade é escondida, apagada, embranquecida. Os Badiu, esses sim, são os guardiões da memória africana real — batuque, língua crioula arcaica, resistência e alma. Mas são precisamente os mais discriminados dentro do seu próprio país. É o cúmulo da colonização mental. Cabo Verde continua a lutar contra um espelho onde não se reconhece.
Identidade mestiça sim, mas negar a raiz africana é cuspir no próprio sangue.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os falsos brancos de mentalidade colonizada</p>
<p>Enquanto na Martinica se assume com orgulho a negritude e se reivindica a africanidade sem rodeios, em Cabo Verde ainda há quem se arme em europeu de terceira — a fingir que nasceu em Lisboa ou Marselha. Crioulidade? Só quando dá jeito. A africanidade é escondida, apagada, embranquecida. Os Badiu, esses sim, são os guardiões da memória africana real — batuque, língua crioula arcaica, resistência e alma. Mas são precisamente os mais discriminados dentro do seu próprio país. É o cúmulo da colonização mental. Cabo Verde continua a lutar contra um espelho onde não se reconhece.<br />
Identidade mestiça sim, mas negar a raiz africana é cuspir no próprio sangue.</p>
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