“Esta moda aparentemente inocente e que talvez tem a sua origem na marcação de caminhos pedestres, simbolismos de harmonia e equilíbrio, é afinal prejudicial para o ecossistema local, e causa problemas ecológicos”, explica a Câmara.
É que, com a remoção das pedras, está-se a destruir o habitat de algumas espécies que vivem e se alimentam no local, como por exemplo as lagartixas.
De acordo com a mesma fonte, esta prática “prejudica” o desenvolvimento da vegetação. “Sem a vegetação, os insetos desaparecem, seguido dos répteis e aves, derivado duma quebra natural da cadeia alimentar. Além do problema ecológico, a paisagem fica descaracterizada e banalizada com o crescente fenómeno”.
A autarquia considera assim que é “imperativo” reverter esta prática, “promovendo a consciencialização dos problemas ambientais junto dos Turistas, Unidades Hoteleiras, Agências de Excursão, e a Sociedade Civil em geral” que o fenómeno está a causar.
GC
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