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Autores

A informar desde 6 de Setembro de 2011, o A NAÇÃO é um jornal generalista, plural e independente, que retrata o país real e profundo, constituído pelo arquipélago e pelas diásporas espalhadas por esta aldeia global.

Nasci em São Vicente no dia 5 de Outubro de 1992. Em 2014 terminei a minha licenciatura na área de Ciências de Comunicação – Jornalismo, na Universidade Lusófona de Cabo Verde. Fiz o estágio curricular obrigatório nas redações da TCV, da Rádio Nova e do jornal A Nação. Neste último a experiência da aprendizagem foi bem maior que nos restantes órgãos, o que de certa forma, determinou a minha opção pela imprensa escrita. Durante dois meses (2014) fui colaborador do site noticioso Jovemtudo. Em Abril 2015 integrei o programa de estágios profissionais do jornal A Nação e três meses depois fui um dos quatro escolhidos para integrar a equipa de jornalistas desta empresa. Regressei a São Vicente em Outubro de 2016 e desde então trabalho a partir desta ilha.

Sou natural da Ribeira Grande, Santo Antão, e estudei Jornalismo na Universidade de Cabo Verde, São Vicente, entre 2012 e 2016. Foi neste mesmo período que descobri a diferença entre o fascínio pelo jornalismo assistido e ouvido na televisão e rádio no conforto de casa, e o jornalismo exercido no terreno, na vida real. Quando terminei o curso, a escolha final recaiu sobre um terceiro caminho, o do jornalismo escrito, onde, no momento, me sinto mais realizada. Cheguei ao A NAÇÃO em Junho de 2019, depois de passar por um período de um ano de estágio, no jornal online Mindel Insite.

Pertenço ao núcleo-fundador do A Nação, cujo muito almejado e aguardado primeiro número chegou às bancas naquele inesquecível 6 de Setembro de 2007. Nasci e cresci em Djobe, um sítio ignorado por renomados geógrafos, em Lage, na Freguesia de São Lourenço, então pertencente ao Concelho da Praia, depois, Santa Cruz, e, hoje, São Lourenço dos Órgãos, no interior de Santiago. Como djobeano, desde menino aprendi com o Monte "Djan Tébi” e o Pico de António, a "djôber", aliás, a observar criticamente o Mundo Global. Com formaçāo básica em Docência, fui assentar arraiais no Tarrafal, onde, com um punhado de colegas criamos "Podogó", que catapultou vários integrantes para o Mundo Literário. Com colaborações e publicações dispersas por revistas e jornais, nomeadamente, "Voz di Povo", trabalhei, profissionalmente, no "Novo Jornal Cabo Verde" e no "Horizonte".

Sou natural de Nossa Senhora da Graça, Praia, mas foi em Santa Catarina de Santiago que passei a maior parte da minha infância. Terminei o ensino secundário no liceu Amílcar Cabral e decidi seguir a carreira de jornalista. Assim, em 2012, iniciei o curso de Jornalismo na Universidade de Cabo Verde, na Praia, e durante os estudos tive algumas oportunidades de estágios que constituíram as minhas primeiras experiências no mundo laboral. Ao terminar o curso em 2016, aventurei em outras redacções digitais e da televisão que de uma certa forma arquitetaram o meu caminho até a redacção do jornal A Nação. Pertenço a esta família desde Janeiro de 2019 e a cada dia, tem sido desafiador fazer parte desta equipa de referência e nº 1 no jornalismo impresso e digital em Cabo Verde.

Jornalismo para mim é dar voz aos assuntos de interesse público e acima de tudo um instrumento para fazer valer a nossa democracia através da liberdade de expressão e de imprensa. Gosto de ler e sou um apaixonado pela escrita. Já colaborei com alguns blogs nacionais, assim como na Rádio Nova, em Mindelo, onde co-apresentei dois programas (Munde nos Morada e Conversas de Sábado) e fui repórter do “Programa Gentes”. Trabalhei como assessor de imprensa na 1ª edição da Expo Moda Cultura Cabo Verde. Fiz parte da 3ª edição da revista jornalística “Uni-Palavra”, numa edição inédita toda ela dedicada à reserva marinha de Santa Luzia e os ilhéus. Atualmente aventuro-me por aqui, no jornal A Nação, este que considero o maior desafio da minha carreira pós-universidade.

Artigos de opinião dos nossos Colunistas e Convidados. As opiniões expressas nos artigos são da inteira responsabilidade do autor.

Natural da ilha de São Vicente, nasci a 18 de janeiro de 1987. Ainda muito novo fui para Santiago, onde parte da minha infância foi passada na cidade da Praia. De volta a Mindelo conclui o liceu e formei-me em Jornalismo, pela Universidade de Cabo Verde. Decidi fazer jornalismo após entrar na universidade, mas já gostava de contar histórias quer nos círculos de amigos, quer em família. Seguir a comunicar e a contar histórias a nível profissional é o realizar de sonhos de infância, que ainda quero continuar a realizar por muitos e muitos anos. E, como a vida é feita de várias histórias, além das de jornalismo, a culinária e a astronomia são as minhas outras grandes histórias que gosto de partilhar.

Cheguei ao A Nação em junho de 2011. Fazia parte de um grupo de jovens recém-saídos da universidade, recrutados para estágio e formação prática na imprensa escrita e online. Integrar a exigente equipa do A Nação foi um grande desafio. Ao longo desses anos de muita aprendizagem muita coisa mudou, mas o foco e rigor nas investigações e compromisso com a verdade mantiveram-se sempre. Comecei a escrever para as secções da Sociedade, depois passei para Política e agora escrevo também sobre a Justiça, uma área que me interessa especialmente.

Nasci em Santo Antão, Paul, em 1997 e mudei-me para São Vicente com oito anos. Formada em Jornalismo, apaixonada por comunicação, serianática assumida, cinéfila de coração e consumidora de livros nas horas vagas. Vejo a vida como uma eterna série que renova de temporada a cada amanhecer. A liberdade é o meu guia para descobrir quem eu sou e aquilo que realmente quero, como disse Clarice Lispector: “Liberdade é pouco. O que eu desejo ainda não tem nome.”

Sou Anícia da Veiga, natural do Concelho de São Miguel, interior de Santiago, e sempre gostei de escrever, porque é na escrita onde me encontro. Quando entrei na universidade, a minha primeira opção de curso foi Tecnologias de Informação e Comunicação e, por indisponibilidade deste curso, escolhi Jornalismo e Comunicação Empresarial que acabou por ser a melhor coisa que me aconteceu. Em termos de experiência profissional, realizei, durante e depois do curso, um estágio curricular no Gabinete de Comunicação e Imagem da Câmara Municipal de Santa Catarina. Sou Presidente da Assembleia de Orientação e Empoderamento dos Jovens (OEJ), uma associação juvenil sem fins lucrativos. Atualmente trabalho como Jornalista estagiária no jornal A Nação.

Nasci em 1998, na Cidade da Praia. Fiz o meu ensino secundário no Liceu Domingos Ramos (LDR) na área Económico-Social. Em 2016, entrei para a Universidade de Cabo Verde (Uni-CV) onde licenciei-me em Ciências de Comunicação. Como parte do meu percurso formativo, em 2018, fiz, por conta própria, um estágio na Rádio Praia FM onde aprendi de tudo um pouco, através de saídas para diversos trabalhos no terreno e da prática da escrita radiofónica. Em Julho de 2020, comecei, no A Nação, um estágio curricular que está a ser extremamente importante. Constato que, apesar de ser licenciada em Ciências de Comunicação, ainda tenho muito a aprender com os jornalistas do jornal A Nação que são dos mais experientes do país.

Nasci em Vila do Conde, Portugal. Formei-me em Ciências da Comunicação, na Universidade da Beira Interior, tendo-me especializado em Jornalismo. Passei pela Rádio Cova da Beira, Jornal A Voz da Póvoa e Agência Portuguesa de Imagens. Há 13 anos em Cabo Verde, fiz parte do jornal A Semana, Agência Cabo-Verdiana de Imagens e do A Nação, do qual sou jornalista fundadora. Em 2018 vi o meu trabalho ser reconhecido com a atribuição do Prémio Nacional de Jornalismo e Melhor Jornalista do Ano na Gala Somos Cabo Verde, ambos na categoria imprensa escrita. Cultura, Turismo e Sociedade são as minhas áreas de eleição. Desde 2018 sou Comissária e Membro do Conselho Coordenador da CNDHC e integro a direcção da AJOC.

Comecei a colaborar com A NAÇÃO em Maio de 2010. Na altura estava a trabalhar na RTC como jornalista para a RCV e TCV. Contudo, em Outubro do mesmo ano, passei definitivamente para os quadros do A NAÇÃO. São 10 anos de dedicação a um estilo de jornalismo “credível, acutilante e incómodo”. Durante esses 10 anos de serviço no A NAÇÃO, fui agraciado com algumas distinções, que também prestigiam o nosso jornal: Prémio Nacional de Jornalismo – categoria de imprensa escrita – 2015 e 2020; Menção honrosa (Prémio Nacional de Jornalismo) 2018; Jornalista do Ano (imprensa escrita) na Gala “Somos Cabo Verde”, edição 2015.

Desde sempre fui amante da escrita e fascinada pela leitura. Quando mais nova, as madrugadas e os livros eram os meus companheiros e as olheiras reinavam em minha face. E foram essas duas paixões, a escrita e a leitura que, em 2015, impulsionaram-me para o jornalismo, dentre as mais variadas opções de curso. Confesso que me via extremamente perdida em relação à minha carreira profissional. Depois de um ano, entre o trabalho, as aulas e o cansaço, tive a certeza que jornalismo era o meu futuro. Foram os quatro anos mais puxados da minha vida, mas que valeram cada suor. Acredito que a escrita nos permite criar o nosso próprio espaço e que a leitura nos apresenta novas realidades. Isso mudou a minha vida e pode mudar outras mais. Então, qual vai ser a sua próxima leitura?

O Zig Zag existe desde o primeiro número do jornal A NAÇÃO. Cultiva a originalidade e a perspicácia de dizer o máximo, com um mínimo de palavras, através da ironia, crítica, agudeza de espírito e do bom-humor, sem pretensão de ofender, ridicularizar ou insultar. Sempre com pedagogia.

Nasci em Ribeira da Barca, interior de Santa Catarina, em 1996. Sou Licenciada em Jornalismo e Comunicação Empresarial na Universidade de Santiago, Campus Bolanha, desde 2018. Fiz um estágio curricular de 5 meses na Rádio de Cabo Verde em 2018 e depois voltei para terminar os estudos. Em 2019 comecei um estágio profissional no Gabinete de Comunicação e Imagem da Universidade de Santiago por seis meses. Agora trabalho como jornalista no jornal A Nação, uma oportunidade grandiosa, que vou agarrar com muita determinação. Como se diz quem não arrisca não petisca.

Há 20 anos faço jornalismo em Cabo Verde. Integrar o A Nação, com uma equipa jovem, é realimentar a esperança de construir o novo e de ajudar a produzir o diálogo equilibrador. Escrevo sobre a política, sociedade, educação, mas também já fui editor do desporto e da cultura. As minhas pesquisas académicas levaram a escrever sobre o silêncio como estratégica política e comunicacional, a partir de uma releitura da memória, testemunhos e esquecimentos.

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