A reação surge depois de Saab alegadamente ter enviado uma carta àquele jornal, onde dizia estar a ser torturado em Cabo Verde, por dois cidadãos cabo-verdianos, contratados pelo governo dos EUA, para o abrigar a assinar a sua extradição voluntária e fazer declarações falsas contra o presidente da Venezuela, Nicolas Maduro.
Para Morgan Ortagus, para além das declarações falsas, Saab e o regime de Maduro estão envolvidos numa “agressiva campanha de mentiras e desinformação”, que visa influenciar o processo judicial e agitar a opinião pública cabo-verdiana e internacional.
“Apesar desta tremenda pressão política, temos fé e confiança na integridade do sistema judicial de Cabo Verde, que é um modelo regional de adesão ao Estado de Direito”, avança a porta-voz.
Sabb denunciou, na segunda-feira, em carta citada pelo El Mundo, que “os Estados Unidos têm quatro empregados naturais de Cabo Verde” que estão o estão a torturar na prisão, onde está detido, na ilha do Sal.
Alex Saab, 48 anos, foi detido a 12 de Junho pela Interpol e pelas autoridades cabo-verdianas, durante uma escala técnica no Aeroporto Internacional Amílcar Cabral, na ilha do Sal, com base num mandado de captura internacional emitido pelos EUA.
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