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Covid-19

Pandemia: Reino Unido aprova uso da vacina da Moderna 

O Reino Unido aprovou o uso de uma terceira vacina contra a COVID-19, a desenvolvida pela Empresa de Bio-Tecnologia Norte-americana Moderna.

O Ministério da Saúde do Reino Unido – citado pelo portal jn.pt -, garantiu, esta sexta-feira, 8,  que a vacina respeita os “níveis rigorosos de segurança, eficácia e qualidade” do Regulador.

O Governo britânico já tinha encomendado sete milhões de doses da vacina, desenvolvida pela Moderna, e pediu, agora, mais dez milhões, embora não sejam esperadas antes da Primavera.

Até agora, o Reino Unido inoculou 1,5 milhões de pessoas com duas outras vacinas: a Pfizer/BioNTech e a AstraZeneca/Oxford, estando a dar prioridade a pessoas residentes e trabalhadores de residências sénior, profissionais de Saúde e de assistência social, maiores de 70 anos e pessoas clinicamente vulneráveis.

“As vacinas são a chave para nos libertar das garras desta Pandemia, e as notícias de hoje são mais um passo importante para acabar com o confinamento e voltar à vida normal”, disse o ministro da Economia, Alok Sharma.

O Serviço de Saúde Público Britânico, anunciou, na quinta-feira, que vai começar, na próxima semana, a usar como Centro de Vacinação um Hospital de Campanha, construído num enorme Centro de Exposições, no Leste de Londres – a Capital do País -, durante a primeira vaga da Pandemia, na Primavera de 2020.

Estádios e outros centros desportivos, além de hospitais e Centros de Saúde, também vão ser usados para acelerar o Programa de Vacinação, que o Governo pretende que imunize perto  de 14 milhões de pessoas, até 15 de Dezembro de 2021.

O Reino Unido tem um dos balanços mais pesados dos efeitos da Pandemia na Europa, com 78 mil 508 mortos registados até quinta-feira, tendo as autoridades britânicas atribuído uma aceleração de infecções, nas últimas semanas, a uma estirpe do novo Coronavírus, altamente infecciosa, identificada no Sul de Inglaterra.

A vacina da Moderna, com uma eficácia comprovada superior a 90 por cento, foi a segunda a ter aval da Agência Europeia do Medicamento (EMA), após a aprovação, a 21 de Dezembro de 2020, do fármaco desenvolvido pelas farmacêuticas Pfizer e BioNTech, que está a ser utilizado no Espaço Europeu, desde 27 de Dezembro.

A COVID-19 é transmitida por um novo Coronavírus, detectado no final de Dezembro de 2019, em Wuhan, uma Cidade do Centro da China.

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