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Santiago

Praia: Directora da Escola Portuguesa agredida por uma mãe

A Directora da Escola Portuguesa, na Praia, Suzana Maximiano, foi agredida por uma encarregada da educação, fora do recinto escolar, na passada quarta-feira, 12, na Praia. Em causa uma dívida referente à propina total do ano lectivo anterior. Já foi apresentada queixa às autoridades.

Uma mãe e encarregada de educação agrediu na passada quarta-feira,12, a Directora da Escola Portuguesa, na Praia. A informação foi confirmada pela própria Suzana Maximiano, ao A NAÇÃO online, via telefone, ainda que sem avançar grandes informações sobre o caso.

“Confirmo que fui agredida por uma encarregada de educação que não conseguiu matricular o filho, porque não pagou as propinas no ano passado”, esclareceu, explicando que o procedimento vai de encontro ao Regulamento daquele recinto escolar.

Além da agressão, alegadamente porque o filho não foi aceite na escola, neste novo ano lectivo, a encarregada da educação em causa, cujo nome Suzana Maximiano não quis avançar, ameaçou ainda a referida directora.

Suzana Maximiano garante que já apresentou queixa às autoridades competentes.

Segundo uma fonte do A NAÇÃO, a Directora da escola ficou “extremamente abalada”, e toda a sua equipa está “chocada” com esta situação, considerando uma ofensa a “todo o trabalho” que tem sido feito nos últimos seis anos naquela escola, “por alunos, pais, funcionários, professores e direcção”.

Recorde-se que ainda há tempos o A NAÇÃO dava conta, numa reportagem no Caderno Especial Educação, que a Escola Portuguesa na Praia é uma das mais requisitadas da capital, havendo uma extensa fila de espera para matrículas. 

A qualidade de ensino e o profissionalismo no funcionamento da instituição são os motivos mais apontados pelos pais para quererem colocar lá os filhos.

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2 Comentários

2 Comentários

  1. pirolitp

    15 de Outubro, 2022 at 14:03

    Vocês tem qu ver a outra parte .
    E a escola muito criticada pelo racismo…
    A Diretora mexeu com o aluno psicologicamente .
    Imagine um aluno não pode estudar porque não pagou propina..
    E foi barrada da escola ..
    O incidente aconteceu violando os direitos a criança e a educação .
    E uma.inverdade.
    Já foi apresentada queixa também as autoridades por danos psicológicos e moral a criança .
    A diretora anda a fazer o que quiser .
    A nação deve procurar a mãe e saber .
    Se tomou bofetada foi de certeza desentendimento entres elas..
    Mas também Cabo verde tem que proteger os cabo verdianos.
    Tão requisitados ..
    A escola foi feita por diplomáticos ..
    Não abandonem a mãe coitada e afligida.

  2. Ângela

    20 de Outubro, 2022 at 20:55

    Para quem conhece e convive com a directora susana sabe bem como ela é, nada de racismo e ela ta aqui a representar o estado português, ela não podia pagar a divida da mãe cabo verdiana que quer viver mais do que a realidade dela e aqui não ha racismo e sim divida ela que coloca o filho na escola pública e paga 500escudos anual ja que não tem condições para pagar 70mil escudos recorrente a 10meses de proprina,ela foi atrás dela agiu friamente mesmo bateu porque dona susana ela com uma idade para ser mãe dela então tinha força imagina se fosse colega dela

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