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Sociedade

Inscrições abertas para capacitar mulheres líderes comunitárias

A Associação Cabo-verdiana de Luta Contra a VBG (ACLCVBG) e a ONG Themis do Brasil vão capacitar 30 mulheres líderes comunitárias em diversas vertentes. As inscrições estão abertas até o dia 13 de Abril.

A formação será desenvolvida em módulos e integra várias temáticas específicas do direito, acompanhado de visitas institucionais para promover uma maior proximidade entre as formandas e as instituições.

Espera-se, segundo a ACLCVBG, após a formação, que as mulheres passem a atuar voluntariamente em suas comunidades na defesa, na prevenção de violações e na promoção de direitos.

As inscrições estão abertas até o dia 13 de Abril, na sede da Associação Cabo-verdiana de Luta Contra a VBG.

Esta formação faz parte do projeto “Fla Sim pa Mudjer” e com o apoio da Fundação Womanity,  visando o empoderamento legal.

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1 Comentário

1 Comentário

  1. EXCEPÇÂO

    7 de Abril, 2023 at 9:57

    Em Cabo-Verde não dá nem para se abrir uma exceção, não aquela que confirma a regra mas, uma exceção, nem que seja só para nos enganar que se está ao menos a querer fazer as coisas da maneira mais correta e com o mínimo de honestidade?
    Aqui nesta terra, para além de se errar, também já se chegou ao ponto de se ter criado as condições de imoralidade suficientes para que também os erros sejam cometidos com descaramento sempre que for conveninte? Isto é, para além de errar, tem-se de exibir de forma descarada que se está a errar???
    No cartaz está escrito: “FLA SIM PA MUDJER”.
    E pergunta-se:
    Num momento em que enfrentamos um feroz e persistente ataque do alupek que, na conversa mansa vai desconversando e nos dizendo entre outras falsidades, que pode ser usado para se escrever em qualquer variante, numa mensagem dirigida às mulheres de todo o Cabo-Verde (e não, só às de Santiago), não era possível, pelo menos uma única vez em anos e anos da mesma coisa, nunca será possível que, em vez de se escrever “Fla sim pa mudjer”, que, dirigindo-se a todo o Cabo-Verde, se escrevesse pelo menos uma vez – “DZÊ SIM PA AMDJER”?
    Não é Cabo-verdeano de igualzíssima forma?
    Não é com justiça, mais inclusivo?
    Não é menos bairrista?
    Não é menos separatista?
    Não é mais enfraquecedor deste país chamado Cabo-Verde?
    Mas, já são décadas e décadas insistindo nos mesmos erros e truques centralistas!!!…

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