Quatro tripulantes e um cão, ocupantes de um veleiro de bandeira belga, foram resgatados neste sábado,20, numa acção conjunta entre a Guarda Costeira (GC) e um navio da Marinha Francesa.
Conforme informações da Guarda Costeira, a operação terá começado quando o Centro Conjunto de Coordenação de Salvamento (JRCC), da Guarda Costeira, recebeu um e-mail de alerta às 6h21 desta sexta-feira, 19, por parte do MRCC Gris-Nez em França.
O mesmo avançou que tinha recebido um alerta do EPIRB (Radio Baliza Indicadora de Posição de Emergência) de um veleiro com quatro pessoas a bordo, duas de nacionalidade belga e duas de nacionalidade francesa.
Alertado pela França, GC assume o caso
O JRCC, de acordo com a nota enviada à Inforpress, assumiu a coordenação do caso, tendo solicitado o apoio do navio de guerra da Marinha Francesa, que tinha como escala o Porto Grande do Mindelo.
A operação, segundo a mesma fonte, contou também com a participação do navio de pesca SHOSHIN MARU NO 38, que se encontrava nas proximidades do veleiro belga, S/V SICLADE.
“Os dois navios foram ao encontro do veleiro, sendo que após algum tempo, por o navio de guerra francês estar a 10 milhas do veleiro, e ter estabelecido comunicação com ele, foi interrompida a participação do navio de pesca japonês”, refere a nota.
Resgatados por volta das 18 horas
Por volta das 18:00, os quatro tripulantes e um cão foram resgatados pelo helicóptero da embarcação da Marinha Francesa, e o veleiro ficou à deriva.
O navio de guerra atracou hoje por volta das 08:30, hora local, no Porto do Mindelo, e os quatro tripulantes foram encaminhados para as autoridades locais para os devidos procedimentos, assegurou a mesma fonte.
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BAÍA DO PORTO GRANDE
21 de Janeiro, 2024 at 13:43
Eu gostaria de ver um foto-jornalista que tivesse a iniciativa de romper com esse comodismo de ir apanhar fotos do arquivo e a inovada ideia de fazer e apresentar uma manchete de jornal com uma foto da Baía do Porto Grande na sua plenitude. Inteira, completa. Ela é tão bela para ser assim friamente desprezada.
Há uma tendência em divulgar só essa parte da Baía que vai do cais acostável até a ponta do Morro Branco, o que corresponde a menos da sua metade. Tanto no seu tamanho físico, como na sua beleza.
Pergunto:
E a outra parte que vai desde o cais acostável até a Ponta de João Ribeiro? Não conta? Porquê? Por vontade de cada um?
Reparem que tanto nas paredes do restaurante “Palm” como da foto Djibla, temos a foto desta Baía por inteiro.
É só ir lá e aprender como se faz. Aprender qual é o ângulo de onde se pode fazer essas fotos.
Pessoalmente, eu, que não entendo de fotografia, penso que deverá ser de um dos dois extremos:
Ou da ponta de João Ribeiro, ou da ponta do Morro Branco.
É só ir lá e verificar. E se não for, é só procurar até achar.
Isso é que é trabalhar.