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Economia

VINCI Airports conclui primeira fase de modernização nos aeroportos de Cabo Verde avaliado em 80 milhões de euros

As obras desta primeira fase (Fase 1-A), ora concluída, resultaram nas renovações das pistas nos aeroportos do Sal e São Nicolau, modernização dos terminais aeroportuários, reconfiguração das áreas de estacionamento de aeronaves, instalação de balcões de check-in self-service e implementação de soluções avançadas de Tecnologia de Informação. A cerimónia de inauguração aconteceu no aeroporto do Sal e contou com a presença do primeiro-ministro, Ulisses Correia e Silva, do vice-primeiro-ministro, Olavo Correia, do presidente da VINCI Concessões e da VINCI Airports e PCA da Cabo Verde Airports, Nicolas Notebaert, bem como do CEO da Cabo Verde Airports, Jorge Benchimol Duarte.

Além das melhorias operacionais, a VINCI Airports garante que os aeroportos de Cabo Verde fizeram “progressos notáveis” na descarbonização, ao abrigo da estratégia ambiental da VINCI Airports.

As ações tomadas incluem a instalação de centrais solares nos aeroportos de Sal, Praia, Boa Vista e São Vicente, implementação de separadores de óleo e substituição de sistemas de iluminação por LEDs em várias plataformas.

“A concessão da gestão aeroportuária à Cabo Verde Airports foi uma medida de política acertada, com resultados já produzidos e mais para vir. Os investimentos já realizados e os previstos permitirão ganhos em segurança operacional, conforto dos passageiros, sustentabilidade energética e eficiência. Estamos a atingir resultados extraordinários: ultrapassamos 1 milhão de turistas em 2024, continuamos a crescer em 2025 e o crescimento prossegue em 2026”, asseverou o primeiro-ministro, Ulisses Correia e Silva, durante as cerimónias de inauguração.

Nicolas Notebaert, Presidente da VINCI Concessões e da VINCI Airports, avançou que a conclusão desta primeira fase e o lançamento da próxima fase da modernização dos aeroportos representam um avanço significativo para Cabo Verde.

“Orgulhamo-nos de contribuir para transformar as infraestruturas aeroportuárias, num padrão de referência para o crescimento económico e desenvolvimento sustentável. Em estreita parceria com as autoridades cabo-verdianas, a VINCI Airports está comprometida em fornecer aeroportos modernos, eficientes e ligados, colocando a melhoria da experiência dos passageiros no centro das nossas prioridades “, pontuou.

Compromisso com o futuro

Por sua vez, Jorge Benchimol Duarte, CEO da Cabo Verde Airports, considerou que a parceria público-privada representa “muito mais do que um projeto, é um compromisso com o futuro”, que está a transformar a conectividade do país, a impulsionar a atividade aeroportuária e a criar valor sustentável com impacto real na economia e na sociedade.

Segunda fase prevê investimento de 142 milhões de euros, ao longo de três anos

Na mesma ocasião, foi lançado oficialmente o novo programa de investimentos (Fase 1-B), que prevê a aplicação de 142 milhões de euros ao longo de três anos.

Nesta fase prevê-se aumentar a capacidade dos aeroportos em todo o arquipélago e inclui ampliações dos terminais, novas áreas comerciais e melhorias operacionais importantes, como a extensão da pista na Boa Vista.

Os aeroportos do Sal, Santiago, Boa Vista, São Vicente, Fogo, São Nicolau e Maio, cada aeroporto beneficiará também de instalações melhoradas, estações de tratamento de resíduos e de tratamento de águas residuais.

No total, conforme a VINCI Airports, os investimentos previstos ascendem a cerca de 250 milhões de euros ao longo de cinco anos, totalmente autofinanciados pela Cabo Verde Airports, sem encargos para o orçamento do Estado.

“Além disso, 80 milhões de euros já foram pagos ao concedente a título de pagamento inicial”, sublinhou.

Segundo a VINCI Airports, este programa é sustentado por um modelo “robusto” de parceria público-privada, apoiado por financiamentos ligados à sustentabilidade, incluindo um empréstimo de 60 milhões de euros para a Fase 1-A e um novo financiamento de 120 milhões de euros para a Fase 1-B.

No plano ambiental, o grupo prevê ainda investir 47 milhões de euros, ao longo de seis anos, em iniciativas focadas na eficiência energética, energias renováveis, economia circular e proteção da biodiversidade.

Recorde-se que a VINCI Airports assumiu a gestão dos aeroportos em 2023 com um contrato de concessão por 40 anos.

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