Criticado por se ter juntado ao ex-PR da Guiné-Bissau na ideia de baptizarem os respectivos estádios nacionais com o nome de Pelé, seguindo “sugestão” da FIFA, e não podendo inaugurar um Estádio Nacional de raiz, Ulisses deu dito por não dito e meteu marcha atrás. Os mais cáusticos dizem que, mais do que fazer ré, “ele finalmente olhou para o lado” e tratou de alinhar noutra equipa: a selecção nacional que agora é mundial, devolvendo o estádio aos Tubarões Azuis. A isto ZIG chama “sentido de oportunidade”, numa altura em que, custe o que custar, é importante agradar o caprichoso eleitor cabo-verdiano no próximo 17 de Maio. Este, sim, é que vota em Cabo Verde e não o Infantino da FIFA.



