
Stopira é o tipo de jogador que já devia estar a ser estudado pela NASA. Segundo os entendidos, o nosso homem aparece sempre nos momentos em que o coração do adepto cabo-verdiano, e não só, está a bater a 300 por hora. Isso aconteceu na final do Nacional pelo Boavista da Praia, na qualificação histórica de Cabo Verde para o Mundial 2026, e agora na grande penalidade que deu o título ao Torreense na final da Taça de Portugal, aos 38 anos. Isto já não é futebol, é roteiro de filme. A Espanha que se prepare.

