O Fidesz, de centro direita, conseguiu, domingo, 8, uma esmagadora vitória nas urnas, garantindo, pela primeira vez na história da Hungria pós-comunista, um terceiro mandato consecutivo da mesma força política, e, de novo, com dois terços do Parlamento, em aliança com os democratas-cristãos.
É também um terceiro voto de confiança nas políticas anti-imigração do controverso líder, Viktor Órban.
“Quando se alcança um resultado como este, podemos recordar um sábio provérbio: agora devemos de ser modestos porque agora temos uma razão para isso”, afirmou o líder do Fidesz – citado pela Euronews -, num discurso de vitória que começou com uma declaração clara: “Vencemos! A alta participação não deixa dúvidas.”
Orbán considerou que “a grande batalha ficou para trás”.
Com uma campanha forte anti-imigração e em claro choque com a União Europeia, o chefe do Governo húngaro respondeu as críticas de autoritarismo com a expressão da vontade da maioria dos compatriotas.
“O nosso país, a Hungria, ainda não chegou ao nível que deseja, mas está no caminho que escolheu. Nós vamos continuar juntos neste caminho”, prometeu.
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