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Fogo

Protecção Civil deve ser prioridade central na ilha do Fogo – líder do MpD

O presidente do Movimento para a Democracia (MpD, oposição) alertou hoje para a necessidade de se colocar os Serviços de Protecção Civil como uma prioridade central na ilha do Fogo, particularmente em Chã das Caldeiras.
Ulisses Correia e Silva, que visitou hoje todo o perímetro de Chã das Caldeiras,  considerou que deve haver uma “preparação permanente” relativamente às acções de prevenção, sensibilização, rotinas de evacuação, planos de contingência, assim como simulacro.
Havendo situações deste tipo, explica, todo o mundo saberá do seu papel para facilitar as operações em casos de “grandes complicações” como o que esta população tem estado a sentir, face a uma “mudança brusca” da sua realidade de vida.
Isto porque o líder do maior partido da oposição mostra-se apreensivo com o “drama humano” da população de Chã das Caldeiras provocado pela erupção vulcânica de domingo, 23, e que tem provocado o deslocamento praticamente de toda a população
Ulisses Correia e Silva, que está no terreno a constatar “in loco” as consequências desta catástrofe, disse que ultrapassadas as primeiras “grandes contrariedades”, urge agora criar as condições para garantir a sobrevivência e a normalidade desta localidade considerada como o celeiro da ilha do Fogo.
“Uma coisa é acompanhar a distância, outra é viver isto no terreno. Constatámos várias pessoas com o sentido de perda dos seus haveres e da sua produção e com alguma apreensão sobre o refazer a vida”, considerou, ressalvando que  a maior parte das famílias de Chã das Caldeiras vive da agricultura, pecuária, produção de vinho, queijo, confeitaria fruta, o que “desaparece” de um “momento para outro”.
À Inforpress, Correia e Silva fez questão de manifestar um sentimento de apoio e estimulo às autoridades da Protecção Civil e aos jornalistas no terreno, que estão a fazer um “grande trabalho” de cobertura.
“Graças aos trabalhos dos jornalistas, dos órgãos de comunicação social que todo o país está a acompanhar e a diáspora e também no plano internacional. Isto deve ser valorizado porque sentimos também que há um esforço”, afirmou o presidente do MpD, justificando que “isto deve ser valorizado”, pelo “grande profissionalismo” que se tem verificado ao “serviço do país”.
Fonte: Inforpress

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