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Fogo

Vulcão do Fogo: Fragata portuguesa já está no país para prestar ajuda humanitária

Já se encontra em águas nacionais, atracada no porto da cidade da Praia, a Fragata portuguesa Ávares Cabral. O navio ruma esta quinta-feira de manhã ao Fogo para prestar assistência médico-sanitária e apoio logístico.
A bordo segue uma tripulação de 201 elementos, entre as quais 26 mulheres, uma equipa médica, incluindo psicóloga, para prestar apoio às vítimas da erupção, mas também muitos equipamentos. Um helicóptero de seis toneladas e com capacidade para até 7 pessoas, 10 botes com capacidade para suportar mil quilogramas de peso, para transportar os tripulantes e material para o terreno, para além de mais de 1.000 máscaras, cobertores, lençóis, tendas, medicamentos e outros materiais de apoio humanitário.
O helicóptero, um Lynx MK-95, segundo o tenente coronel Lopes de Oliveira, já tem indicações que poderá efectuar operações, caso se justifique, e aterrar no antigo aeródromo de Mosteiros ou no aeroporto de São Filipe.
A Fragata chegou ao início da tarde desta quarta-feira ao porta da Praia e a missão prevê a estada no Fogo entre 4 e 7 de dezembro, ou seja, domingo próximo. Devido ao porte do navio, e à ausência de condições, o navio vai ficar fundeado ao largo da ilha do Fogo, local a partir do qual vai desenvolver as operações.
O Primeiro Ministro, José Maria Neves, visitou a Fragata e foi recebido pelo capitão Alexandre Gamurça Serrano. Neves agradeceu desde logo o apoio de Portugal e disse que desde logo esta missão vai “garantir uma grande segurança psicológica às pessoas” e que a mesma tem os “os meios necessários para socorrer as pessoas” porque neste momento “o mais importante são as pessoas e o apoio que se deve dar a todos os deslocados”.
Para além dos equipamentos materiais, o PM acredita que a “equipa de fuzileiros, médico, psicólogo, socorristas, enfermeiros, que juntamente com os cabo-verdianos irão garantir uma protecção e um apoio mais forte às pessoas melhorando a sua qualidade de vida, durante este período mais difícil”. GC

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