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Economia

Novo PCA acredita na FIC como ponte entre o público e o privado

O novo presidente do Conselho de Administração da Feira Internacional de Cabo Verde (FIC), que tomou posse nesta segunda-feira, acredita que esta empresa deve assumir o seu papel de ponte entre o público e o privado. No entanto, José Martins admite que isto deve ser feito sempre com o horizonte de ser Cabo Verde um país prestador de serviços.
O primeiro a tomar da palavra durante a cerimónia de tomada posse, que contou ainda com a presença da ministra de Turismo, Investimento e Desenvolvimento Empresarial, Leonesa Fortes, e dos presidentes da câmaras de comércio do país, foi o presidente da administração cessante, Luís Cardoso. Este que diz estar feliz com o que fez nos quatro anos e 7 meses à frente da empresa de organização de feiras.
“Fizemos tudo com honestidade, profissionalismo e demos parte da nossa juventude para o bem da FIC. Sem falsa modéstia conseguimos o principal objectivo que foi posicionar a FIC e fazê-la ganhar notoriedade”, declara Luís Cardoso.
No entanto, agora as rédeas estão com José Martins, que assumiu inclusive um compromisso de honra, e que considera que a FIC “deve assumir o seu papel de instituição ponte entre o público e o privado, entre as empresas e os consumidores, entre os investidores estrangeiros e as empresas nacionais, procurando promover o que de bom há no país”.
Por outro lado, Martins considera que para que Cabo Verde não fique de fora da retoma de desenvolvimento verificado neste momento, à nível mundial, as temáticas das feiras devem obedecer a “critérios rigorosos” que se baseiam nas potencialidades do país . Mas “sempre orientados para a lógica de um país prestador de serviços. O turismo e a cadeia de valores que arrasta devem ser incontornáveis das opções que a FIC no futuro deverá assumir, tendo em conta os nichos de mercado por explorar”, sublinha este jovem, 38 anos, formado em gestão de empresas e especialidades nas áreas de turismo e gestão hoteleira.
Durante o acto tomaram posse os outros dois administradores não executivos, Adriano Cruz, indicado pela Câmara de Comércio de Barlavento e Aristides Monteiro indicado pela Câmara de Comércio de Sotavento. Estes dois que completam a equipa que a ministra Leonesa Fortes espera concretizar o intento do Governo de transferir a FIC para as mãos de privados. Isto porque, conforme aquela governante, “já era tempo do Governo devolver ao sector privado àquilo que é da sua responsabilidade”.
 

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