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Fogo

Primeiro-ministro celebra Natal com famílias deslocadas de Chã das Caldeiras

O primeiro-ministro , José Maria Neves, celebra esta terça-feira a festa natalícia com as famílias deslocadas de Chã das Caldeiras, realojadas nos três centros de acolhimento, Monte Grande, Achada Furna e Mosteiros.
José Maria Neves chega à ilha do Fogo por volta das 11:30 , desta terça-feira, com objectivo de celebrar o Natal com as famílias de Chã, na sequência da erupção vulcânica iniciada há um mês e que já consumiu as duas principais povoações de Chã das Caldeiras, Portela e Bangaeira, assim como a pequena localidade de Ilhéu de Losna, originando a saída da população que, por esta razão , “merece atenção especial “do Chefe do Governo.
Segundo o programa, o primeiro-ministro inicia a celebração de Natal com as famílias alojadas na antiga escola secundaria dos Mosteiros, passando depois para o centro de acolhimento de Achada Furna e no final do dia no de Monte Grande, espaços que acolhem a maior parte da população de Chã das Caldeiras já que uma parte se encontra alojada em casas de familiares e amigos nos vários bairros da cidade de São Filipe.
Já antes da celebração do Natal com as famílias de Chã das Caldeiras, José Maria Neves vai inaugurar as obras de reabilitação e ampliação da escola de Ensino Básico Integrado de Cobom, São Filipe, financiada através da parceria com a organização não-governamental luxemburguesa, Beetebuerg Hellef, assim como a entrega de equipamento e mobiliário educativo financiado pela mesma organização.
A reabilitação da escola de Cobom e os equipamentos e mobiliário constituem uma parte do projecto financiado por esta organização que contempla ainda a reabilitação das escolas de Campanas de Cima, Ribeira Filipe e S.Jorge, formação de professores, fornecimento de materiais desportivos para as várias modalidades, de entre outros.
Antes do regresso à Cidade da Praia, na quarta-feira, José Maria Neves visitará a localidade de Chã das Caldeiras, a segunda que efectua a esta localidade desde o início da erupção para se inteirar do impacto deste fenómeno natural que destruiu Portela, Bangaeira e Ilhéu de Losna e já consumiu uma área significativa de cultura diversas como batata, mandioca, feijões, videira, macieira e outras espécies, assim como as infra-estruturas económicas, sociais e turísticas.
Fonte: Inforpress

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