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Política

Maçonaria Lusa recruta dirigentes em Cabo Verde

A maçonaria portuguesa lançou um “ataque” aos países africanos de língua portuguesa, com destaque para Cabo Verde onde foram recrutados vários quadros e dirigentes. A nova loja em Cabo Verde junta o ex-bastonário da Ordem dos Advogados e um dos altos dirigentes da Polícia Nacional (PN).
De acordo com o semanário Sol, em Cabo Verde, a actividade da maçonaria portuguesa se tem intensificado. A 13 de Setembro último foi criada uma nova loja, a Eugénio Tavares, que inclui o ex-bastonário da Ordem dos Advogados, Arnaldo Silva, o director da Polícia Nacional, Júlio Melício, e Pedro de Barros, um dos membros da direcção do Banco Cabo-Verdiano de Negócios (BCN).
Os três fazem parte do grupo de sete fundadores desta loja que teve como primeiro líder um português que ajuda a desenvolver a actividade maçónica no país.
Trata-se, segundo documentos internos a que o SOL teve acesso, de Armindo Azevedo, administrador da empresa Parques Tejo. Sempre que necessário, o maçon desloca-se a Santiago, a maior ilha do arquipélago, onde os maçons de Cabo Verde se reúnem e realizam as suas sessões maçónicas secretas.
Ao grupo de fundadores juntam-se Marcos Barbosa Rodrigues, CEO da agência de comunicação Artecomum, e o ex-deputado Miguel Cruz Sousa – e ainda o português José Luís Gouveia Ferreira. O antigo Presidente da República, Pedro Pires, também foi recrutado – mas terá, entretanto, suspendido a sua actividade.
 

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