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Política

Janira Hopffer Almada visita São Tomé e Príncipe

A ministra do Emprego e da Juventude, Janira Hopffer Almada, é esperada em breve em São Tomé para assinar acordos visando o reforço de relações bilaterais entre São Tomé e Príncipe e Cabo Verde nas áreas de emprego, segurança e proteção social, revelou esta segunda, na cidade de São Tomé, a nova Cônsul de Cabo Verde neste país de África central.
A diplomata, Diotina Andrade de Carvalho, fez o anúncio no termo de uma audiência com o ministro santomense do emprego e assuntos sociais, Carlos Gomes, com quem discutiu direitos laborais dos funcionários do consulado e preparou a visita oficial da governante cabo verdiana a São Tomé e Príncipe.
Essa responsável não divulgou, no entanto, a data da visita da governante cabo verdiana. No entanto, há dois meses, Carlos Gomes, no termo da visita de três dias a Cabo Verde, disse que a homóloga caboverdiana, que, é igualmente, presidente do PAICV, no poder em Cabo Verde, poderá deslocar-se a São Tomé e Príncipe em julho do ano em curso.
Diotina Carvalho, que desenvolve neste momento em São Tomé diligências visando a sua apresentação a diversas autoridades santomenses, chegou ao arquipélago há três semanas para substituir José Maria e Silva, que exerceu as mesmas funções durante mais de sete anos.
A governante aproveitou a presença dos jornalistas para saudar a iniciativa das autoridades santomenses em conceder nacionalidade a todos cidadãos da CPLP que viveram no país a data da independência em 1975, com proveito particular para cabo-verdianos, comunidade estrangeira maioritária em São Tomé e Príncipe.
A propósito, apelou aos seus concidadãos para aderirem a iniciativa do executivo santomense, ao qual – sustenta ainda a diplomata – o governo de Cabo Verde concede todas as facilidades administrativas para a concessão gratuita de títulos de nacionalidade santomense aos cabo-verdianos.
O processo promovido por iniciativa do chefe de Estado Manuel Pinto da Costa aquando da conferência de Diálogo Nacional no país, decorrerá durante seis meses e teve início há dois meses.
Neste momento, dados oficiais divulgados pelas autoridades apontam já para o registo de mais de três mil pessoas beneficiadas, nomeadamente angolanos, portugueses, brasileiros, cabo verdianos, bissau-guineenses, equato-guineenses, moçambicanos e timorenses.
Fonte: A Bola

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