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Política

Presidência da ARC: Arminda Barros ouvida esta sexta-feira na comissão especializada

A jornalista Arminda Barros, cujo nome foi proposto para presidir a Autoridade Reguladora da Comunicação Social (ARC), vai ser ouvida sexta-feira, 26, no Parlamento, pela Comissão Especializada de Assuntos Jurídicos, Direitos Humanos e Comunicação Social.
A primeira comissão quererá saber da jornalista quais serão as suas propostas para regulação do sector em Cabo Verde, com base no cumprimento da Constituição e da lei da comissão social, e dos estatutos da ARC e dos jornalistas, no sentido de enquanto arbítrio garantir a independência autonomia, o rigor e isenção da comissão social em Cabo Verde, bem como zelar pelo respeito da liberdade de expressão e de imprensa, premissas para consolidação da democracia cabo-verdiana
A audição está prevista para tarde desta sexta-feira.
A proposta consensualizada entre o Movimento para a Democracia (MpD) e o Partido Africano da Independência de Cabo Verde (PAICV), conforme confirmação do líder do grupo parlamentar do MpD, Fernando Elísio Freire, foi entregue na manhã de hoje no gabinete do Presidente da Assembleia Nacional para efeito de agendamento da eleição na próxima sessão plenária.
Em declarações aos jornalistas, após ter entregado a proposta, Fernando Elísio Freire disse esperar que a ARC exerça a sua função “com rigor e isenção” e “contribua para a afirmação da democracia” em Cabo Verde e “afirmação da comunicação social livre e independente, plural e democrática”.
“Sobretudo, que contribua por uma maior informação e formação da população cabo-verdiana e para afirmação da democracia em Cabo Verde”, acrescentou a mesma fonte.
Por seu lado, o líder do grupo parlamentar do PAICV, Felisberto Vieira, salientou que indicação da jornalista vem dar resposta a um desejo antigo da AJOC que já tinha sugerido o nome de Arminda Barros para integrar os quadros da ARC.
Arminda Barros, actual jornalista da Inforpress, já foi administradora nesta empresa, directora da Rádio Nacional, directora de informação e programas da TNCV, secretária de redacção do extinto jornal Voz di Povo, entre outras funções na área da comunicação social, destacando-se a de membro do Conselho da Comunicação Social.
Arminda Barros foi escolhida para presidir à ARC depois de o juiz Filomeno Afonso, primeira escolha tanto do PAICV como do MpD, ter recusado tomar posse e ter imposto como condição de se proceder à alteração do quadro legal actual para que não ficasse prejudicado na sua carreira de magistrado.
Fonte: Inforpress

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