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Sociedade

Formação técnico profissionais com crescimento expressivo

Enquanto o ensino superior dá mostras de estar em recuo, as formações técnico-profissionais ganham, a cada novo dia, mais espaço entre os cabo-verdianos. Conforme o PCA do IEFP, Vargas Melo, que falou a este jornal numa outra ocasião, “sete em cada dez jovens que ingressam para as formações técnico-profissionais entram no mercado de trabalho”. “Temos tido uma taxa global a nível da inserção dos cursos em torno dos 70 por cento (70%) e a tendência é aumentar”.
E, nestas, as áreas mais procuradas são Administração e Gestão; Hotelaria, Restauração e Turismo; Tecnologias de Informação e Comunicação e Construção e Obra Civil que, por sinal, cursos esses que oferecem maior empregabilidade, ou cuja empregabilidade é quase sempre garantida.
De igual forma, os CESPs têm surgido, cada vez mais, como uma alternativa para quem não quer passar uma média de quatro anos numa universidade, sem garantia de trabalho.
Com efeito, a razão pelo aumento considerável das formações técnico-profissionais e dos CESPs prende-se com o imediatismo que a licenciatura não oferece. É que tanto as formações técnico-profissionais como os CESPs têm uma duração relativamente mais curta do que uma licenciatura (média de dois anos), a mensalidade é menor e ainda permite que o jovem adquira experiência profissional necessária para que, posteriormente, caso quiser, complemente a licenciatura em menos tempo. E, nesta, o formado profissional sai em vantagem em relação ao licenciado directo.

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