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Desporto

Ministério do Desporto lamenta recusa de apoio financeiro por parte da Federação Cabo-verdiana de Surf

O Ministério do Desporto lamentou a decisão da Federação Cabo-verdiana de Surf (FCS), em recusar o montante de um milhão e quinhentos mil escudos disponibilizado, através do contrato-programa acordado entre as partes.

O Ministério do Desporto (MD) reagia na quinta-feira (12), através de um comunicado, às declarações do presidente da FCS, Emanuel Silva, sobre o apoio concertado com a referida federação através do contrato programa.

O MD reconheceu que o valor constante no contrato-programa não dá total vazão às necessidades e ambições da comunidade dos surfistas e bodyboarders representados pela FCS, sendo certo que o estado não é o único financiador absoluto do desporto nacional.

Na sequência o ministério da tutela desportiva acrescentou que, “em circunstâncias normais, a Federação Cabo-verdiana de Surf, que é recém-oficializada e sem estatutos de Utilidade Publica Desportiva não podia aceder-se à assinatura de contrato-programa para obter a tal comparticipação financeira, mas o Governo mostrou essa abertura como forma de encorajar todos os que praticam uma ou outra prática desportiva”.

À semelhança do que aconteceu com outras recém-criadas federações, o MD entendeu ser essencial, mesmo assim, atribuir a verba acima referida como incentivo e forma da FCS poder realizar, minimamente o seu calendário de actividades para a sua consolidação neste seu ano zero, incluindo formações e outras acções.

O MD conclui afirmando que em várias ocasiões e perante o próprio presidente da Federação Cabo-verdiana de Surf, que sempre teve as portas abertas do gabinete do director-geral dos desportos, Anildo Santos, o firme compromisso do MD para com o desenvolvimento do desporto e numa relação de diálogo aberto com a FCS e todas as federações.

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