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Política

UCID considera precipitada a nomeação de Óscar Santos ao cargo de governador do BCV

O presidente da UCID considera precipitada a nomeação de Óscar Santos ao cargo de governador do Banco de Cabo Verde. António Monteiro defende que a nomeação da nova equipa governativa do Banco Central deveria ser remetida ao Governo que saísse das próximas eleições legislativas.

O presidente da UCID reage assim à nomeação do ex-edil Óscar Santos para o cargo de governador do BCV. Para Monteiro este não é o momento próprio para se nomear um governador do Banco Central, tendo em conta que faltam aproximadamente 4 meses para o término do mandato.

“É uma grande responsabilidade, nós achamos que o Governo deu amostras de algum desorientamento e de alguma inquietude e, portanto, estão a apressar a nomeação de um governador que, por sinal, foi uma pessoa que perdeu as eleições na Cidade da Praia e isso para UCID não é bom sinal, porque a democracia tem regras e estas regras exigem muito respeito”, declara.

Por outro lado, Monteiro encara a nomeação como uma compensação ao ex-presidente da CM da Praia.

“Dá a impressão que é uma compensação que se quer fazer ou então há algo por de trás que nós não entendemos, porque o Serra está lá e tem feito um excelente trabalho em termos do controlo das instituições financeiras e também da questão macro-económica do país e, portanto, nós achamos que mais 3 ou 4 meses não cairia o mundo e Cabo Verde não ficaria em risco”, argumenta.

O primeiro-ministro Ulisses Correia e Silva afirmou nesta terça-feira, 05, que o governo está na total plenitude das suas funções para nomear e exonerar sem restrições de nenhuma natureza política ou ética e nem legal.

C/ RCV

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