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Economia

Cimeira de Negócios CPLP: Problema com vistos inviabiliza participação de empresários cabo-verdianos

Empresários cabo-verdianos foram impossibilitados de participar na primeira Cimeira de Negócios, promovida pela Confederação Empresarial da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CE-CPLP), devido a constrangimentos com a obtenção de vistos. O evento arrancou hoje (05), em Malabo, na Guiné Equatorial.

Segundo o presidente da Câmara de Comércio de Sotavento (CCS), Jorge Spencer Lima, que se encontra em Malabo, houve “problemas com vistos” e alguns empresários da delegação cabo-verdiana não puderam participar, “neste momento”, na cimeira.

“O Centro Comum de Vistos está fechado e não puderam ter acesso ao visto para viajar via Portugal”, explicou.

Sendo assim, apenas o representante dos laboratórios Inpharma pôde estar presente na abertura do evento, já que os representantes das outras empresas cabo-verdianas interessadas em participar ficaram retidos em Cabo Verde, devido às dificuldades com vistos.

Conforme lembra a Inforpress, na última Assembleia-geral da CE-CPLP, realizada na cidade da Praia, Jorge Spencer Lima havia dito que “sem a mobilidade não há comunidade, sem mobilidade não há negócios e sem negócios a CPLP é um saco vazio, um saco oco, na medida em que nenhuma parte de mundo construiu-se uma comunidade de políticos”.

“Política é um elemento fundamental desse processo, mas sozinho não existe. Se os empresários não conseguem andar de um lado para o outro, se não conseguem encontrar-se para discutir, para fazer negócios, vamos continuar a falar de algo que, na prática, não tem substância”, acrescentou na altura.

Não obstante o constrangimento, Jorge Spencer Lima augura a realização de “bons contactos empresariais” na cimeira.

“A Inpharma já está bastante interessada na questão dos medicamentos, da procura e venda de medicamentos e vamos continuar nesses contactos com mais força para busca de novas parcerias”, disse o presidente da CCS.

Além de Cabo Verde e participam da cimeira empresários de Portugal, Angola ou Moçambique que procuraram oportunidades de investimento em como áreas do turismo, gás, agricultura, pescas, valorização de ativos, banca, formação, entre outras.

C/Inforpress

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