Com desmentidos de parte a parte de um cessar-fogo na quinta-feira, 20, supostamente acordado com a mediação do Egipto, Israel prossegue com mais ataques aéreos sobre a Faixa de Gaza, alegadamente, tentando aniquilar as mais altas patentes do braço armado do grupo terrorista palestiniano: Hamas.
Ao mesmo tempo, pelo território israelita partilhado com árabes e pelos territórios ocupados na Cisjordânia – dá conta o sítio na Internet, pt.euronews.com -, ocorrem diversas manifestações palestinianas , na sequência de uma rara greve colectiva por esta Região do Médio Oriente.
Na terça-feira, muitas lojas fecharam em Jerusalém Oriental e em diversas cidades partilhadas por judeus e árabes, com a adesão rondar os 90 por cento (%), numa paralisação apoiada pela Autoridade Palestiniana, que é apoiada por parte da Comunidade Internacional.
A greve motivou manifestações e estas degeneraram em confrontos armados.
Pelo menos, três palestinianos terão sido mortos e dois soldados israelitas necessitaram de ser assistidos num Hospital, por terem sido atingidos com armas de fogo.
A tensão na Região agravou-se no mês passado, quando Israel começou a reprimir ajuntamentos muçulmanos durante o Ramadão (a mais Sagrada das Festas Muçulmanas) e intensificou-se com a ameaça de despejar palestinianos para ceder as casas a judeus, numa decisão judicial entretanto adiada.
Só nesta última semana, marcada pelos ataques aéreos com mísseis israelitas tele-guiados em resposta aos roquetes do Hamas, terão morrido mais de 210 pessoas na Faixa de Gaza, incluindo 61 crianças, e, pelo menos, 12 em Israel, entre elas, duas crianças.
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