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Política

Primeiro-ministro espera boa coabitação com novo PR para “garantir estabilidade política”

O primeiro-ministro e presidente do MpD, Ulisses Correia e Silva, defende que a eleição de José Maria Neves, como novo Presidente da República, deve ser respeitada por todos e prometeu boa coabitação para trabalhar por  Cabo Verde e “garantir a estabilidade política”

Ulisses Correia e Silva, fez estas declarações à imprensa, momentos depois de Carlos Veiga, candidato que foi apoiado pelo seu parido, MpD, ter reconhecido a eleição de José Maria Neves como novo Presidente da República.

O Primeiro-ministro considerou que é necessário garantir a “estabilidade política” para o País poder avançar e que “o povo e os eleitores fizeram as suas escolhas”.

Ulisses Correia e Silva afirma que espera uma coabitação da “melhor forma” com o Presidente eleito com o apoio do PAICV (oposição), para que Cabo Verde possa continuar a ganhar e que o Presidente da República trabalhe com o Governo em benefício dos cabo-verdianos.

Abstenção

No que tange aos resultados das eleições  disse que posteriormente os dados serão observados, reconhece, no entanto, que  “a melhor sondagem são os resultados nas urnas, o apuramento é que dita as regras e as escolhas e que o povo faz sempre a melhor escolha”,no entanto, mostrou-se preocupado com “a abstenção relativamente alta, particularmente nas presidenciais”.

Numa altura em que estão apurados 97 por cento (%) dos votos expressos (1.255 mesas apuradas), o antigo primeiro-ministro José Maria Neves (2001 a 2016) conta com 51.5% dos votos, correspondente a 93.149, relegando Carlos Veiga para o segundo plano com 42,06 % (77.018 votos), seguida de Casimiro de Pina  com 1,8% (3.254 votos), de Fernando Rocha Delgado com 1,4% (2.509 votos), Hélio Sanches com 1,2% (2.102 votos), Gilson Alves, com 0,9% (1.546) e de Joaquim Monteiro com 0,8%, resultante.

C/Inforpress

1 Comentário

1 Comentário

  1. Carlos M Silva

    19 de Outubro, 2021 at 10:56

    O Primeiro Ministro UCS saiu com o rabo entre as pernas nessas eleições presidenciais e não seria para menos. Colocou o Carlos Veiga em cima dos ombros durante toda a campanha, sem contar com os avultados investimentos aplicados nessa candidatura, com a máquina do estado a todo o vapor e uma correria freneticamente dos servidores do estado, utilizando tudo o que é do estado para apoiar o seu candidato presidencial. É uma grande hipocrisia e falta de respeito para com a nossa Constituição da República, que por sinal não aprova essas atitudes dos nossos responsáveis. Porque não mudar a nossa constituição da república pelo menos nesses artigos que nunca se cumpriram e adaptá-la aos novos interesses dos que insiste continuamente a não respeitá-la. Não custa nada aceitar candidaturas apresentadas e suportadas pela a sociedade civil organizada, grupos de cidadãos, cidadão individual e partidos políticos que assim entenderem o fazer. Para isto acontecer é basta no parlamento se rever, adaptar e aprovar esses artigos que dizem o contrário. Disse.

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