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Sociedade

ICIEG pede “respostas urgentes” às denúncias de VBG 

O Instituto Cabo-verdiano par a Igualdade e Equidade de Género (ICIEG) pede que as autoridades deem respostas urgentes,  e céleres, às denúncias de casos de Violência Baseada no Género.

Rosana Almeida retoma estas considerações, perante o posicionamento público de uma jovem em São Vicente que diz-se presa em casa, por medo das ameaças do ex-companheiro.

Para Rosana Almeida, presidente do ICIEG, é “inadmissível” as denúncias de VBG não serem tratadas com urgência e celeridade, no sentido de se evitar casos graves como o feminicídio.

 “Nós temos uma das leis mais avançadas que existem e não podemos estar a ter leis que vangloriamos por ser uma excelente lei e, na prática, não há respostas, e continuamos a ter ameaças de morte e casos de feminicídio. É inadmissível que isso aconteça com todo o trabalho que se tem feiro na sensibilização das pessoas”, reage Rosana Almeida ao caso.

Para Almeida, a morosidade no tratamento de denúncias de VBG compromete vidas e o trabalho do ICIEG que vê todo o trabalho de sensibilização e investimentos feitos caírem por  “água baixo”.

A presidente do ICIEG pede urgência e prioridade nesses casos no sentido de salvar vidas.

Nesta terça-feira, 19, uma jovem mãe de 23 anos procurou a comunicação social para denunciar alegadas ameaças de morte feitas pelo ex-companheiro, em São Vicente. A jovem diz mesmo já ter sido agredida e “sequestrada” pelo ex-companheiro.

Apesar de já ter apresentado várias denúncias, diz que as autoridades não tem feito nada, o que faz com que ela fique trancada em casa com medo das ameaças de morte.

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