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Economia

BCN comemora 25 anos de “sucesso e solidez”

O Banco Cabo-Verdiano de Negócios (BCN) comemorou, na noite desta sexta-feira, 6, os seus 25 anos de existência, com uma Gala de “sucesso e solidez” no Mercado. O Evento, que decorreu num dos hotéis  da Praia, contou com momentos de homenagens aos colaboradores mais antigos e ao comendador Joaquim Coimbra.

A Gala da noite de sexta-feira foi presidida pelo Primeiro-Ministro, Ulisses Correia e Silva, sendo prestigiada pelo Vice-Primeiro-Ministro, Olavo Correia e Silva, presidente da Câmara Municipal da Praia, Francisco Carvalho, Governador do Banco de Cabo Verde, Óscar Santos, além dos membros da Administração do BCN, investidores, colaboradores e um leque variado de convidados.

Pela passagem dos 25 anos, o presidente do Conselho da Administração (PCA) do BCN, Paulo Lima, vinca que “o balanço é extremamente positivo”, sobretudo porque, “de 2017 até agora, conseguimos duplicar o seu tamanho, quer em volume do crédito quer em depósitos ou capital e o número de trabalhadores passou de cem a 170”, cumprindo, assim, os objectivos traçados no seu primeiro mandato.

Lima que revela estar, neste momento, a traçar um Novo Plano Estratégico para os próximos anos, reconhece ter pela frente “grandes desafios” para ultrapassar, principalmente, os trazidos pela Pandemia de  COVID-19, a para da Formalização da Economia.

Na passagem dos 25 anos, Lima  assegura que pretendem “continuar a ser um Banco próximo dos cabo-verdianos”, e que, sob o Lema: “Djunta Mon”, darão as mãos a todos, que, através deles, “procuram sucessos”.

Congratulação pelos ganhos

No seu discurso, Ulisses Correia e Silva felicitou o BCN pelos seus 25 anos e realçou a importância dos seus investimentos em Cabo Verde, sobretudo pelo crescimento em termos de crédito, resultados de rentabilidade e aumento do  número de colaboradores, apesar das situações difíceis que o País enfrentou, nos últimos tempos, devido à Seca e à Pandemia da COVID-19.

“Queria fazer uma referência especial ao facto do BCN ter entrado num período em que nós tínhamos uma Banca muito concentrada. O facto de introduzirmos a Concorrência e novas energias num Banco de Matriz Cabo-Verdiano, aliada à capacidade de Inovação, fez alterar a Estrutura do Sistema, com ganhos evidentes. Esses ganhos são mensuráveis no resultado do Financiamento à Economia, às Famílias – em condições muito mais favoráveis -, mais crédito, criando melhores condições quer para a Economia, quer para as Empresas ou Famílias realizarem as suas intenções”, lista Correia e Silva, notando que “este facto é visível e provoca alterações substanciais”.

Homenagens     

Na Cerimónia, o Governo homenageou o Comendador Joaquim Coimbra, lembrando que “quando sopravam os ventos da Democracia, nos anos 91, este grande investidor” escolheu Cabo Verde, fazendo hoje, “a ponte de investimentos não só no BCN, como na Ímpar e na Inpharma”.

A Gala 25 Anos do BCN homenageou os colaboradores mais antigos.

“Foi uma bela homenagem e uma surpresa agradável, pois, eu não sabia de nada. É um incentivo para continuar a fazer o meu trabalho, com dedicação até à Reforma. São 25 anos de Atendimento ao Público,  num ambiente saudável, em que já tivemos muitos administradores, saindo um e entrando outro, com o mesmo respeito e atenção para com os seus colaboradores”, garantiu ao A NAÇÃO,  Vanda Fortes, “uma das distinguidas pelos 25 anos de Atendimento ao Público no BCN”, na Cidade da Praia.

O Evento findou com um Jantar-Convívio, animado por música ao vivo, “corte” do Bolo e brinde aos 25 anos do BCN.

Génese

Criado nos primórdios da entrada dos Bancos Privados em Cabo Verde – em 1997 -, através de uma Sucursal do Banco Totta & Açores, passou sete anos a ser conhecido como Banco Totta de Cabo Verde.

Depois, transformou-se em BCN, e, desde 2017, integra o Grupo Ímpar, tornando-se num Banco de matriz cem por cento cabo-verdiano, com presença nas nove ilhas habitadas do Arquipélago.

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