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Destaques

Destaques da edição 795 do Jornal A NAÇÃO

DESTAQUES

Embraer no chão por incumprimento dos requisitos AOC
Bestfly vai retomar processo de certificação
Estalou o verniz entre a Agência de Avião Civil e a Bestfly (TICV). Em causa está o facto de esta companhia aérea de capitais angolanos ter sido obrigada a suspender o pedido de Certificado de Operador Aéreo para o Embraer E-190, quando se apercebeu que não ia conseguir responder a todos quesitos legais para ter a sua aeronave operacional. Nem as pressões do administrador Nuno Pereira, a queixar-se publicamente da “burocracia”, terão valido.

Praia
Suspeito de decepar mão de rival aguarda julgamento na prisão
Um individuo do sexo masculino, conhecido como “Ima”, suspeito de decepar, na manhã de domingo, a mão de um jovem no bairro da Várzea da Companhia, ficou a aguardar o julgamento em prisão preventiva conforme decisão do Tribunal da Comarca da Praia.

Economia
Crise encosta classe média à parede
Quando o assunto é consumo, os últimos meses têm sido de contenção. Se de um lado a classe mais pobre enfrenta sérias dificuldades para colocar comida na mesa, a chamada classe média diz-se também aflita com o aumento dos preços e por isso obrigada a cortar nos gastos. “Se tenho problemas, imagine quem aufere um salário mínimo”, desabafa um dos nossos entrevistados.

Autarquias, dois anos de mandato
Uns satisfeitos e outros defraudados com vontade de ir a eleições
Decorridos dois anos da eleição dos poderes municipais, em Outubro de 2020, os eleitos apresentam o habitual “balanço positivo”, enquanto a oposição fala em expectativas defraudadas. Isto, especialmente nas câmaras onde ocorreu uma mudança de cor política, como é o caso da Praia, por exemplo.

Cidadãos receosos com a forma como a língua cabo-verdiana está a ser introduzida nas escolas
Cidadãos, defensores da oficialização do crioulo, receiam que nem todos os esforços estão a ser feitos para que a introdução da língua cabo-verdiana seja bem-sucedida no ensino. Temem que um eventual “fracasso” da experiência em curso, da forma como está sendo feita, sem programa curricular e professores capacitados, possa ser utilizado como pretexto “para barrar o ensino e a oficialização da língua cabo-verdiana”.

Esta Edição nº.  795do Jornal  A NAÇÃO – que já está disponível em PDF -, comporta, ainda, as Opiniões de: Carla Grijó,  Luís Kandjimbo e Valdemiro Tolentino;

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