
José Gonçalves, um daqueles bodonas que nos prometeu onze aviões na pista, corre agora o risco de passar à história como tendo sido capaz de assinar, de cruz, um contrato de milhões sem primeiro ler a papelada que lhe deram para assinar. É o que se veio a saber, agora que corre por aí a condenação do Estado de Cabo Verde a pagar mais de 30 milhões de euros à CV Inter-ilhas, uma empresa que tem como gestor, “pro bono”, o cabo-verdiano Jorge Maurício. Ai, Cabo Verde, terrinha stimada, com estes filhos estás feito ao bife – mal-passado, e com muito sangue!
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