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As máscaras faciais e o fascínio da vida

Por: Nadine Fortes

Ao abrir a oitava edição do Festival de Literatura-Mundo do Sal, entre os brindes que a organização oferece aos participantes são as máscaras faciais da Asma Beauty Cosmetics, empresa que, ao lado da NOVAMONTI, é uma das patrocinadoras deste evento literário que é o maior em/de Cabo Verde.

Chamou-me a atenção esta nova marca cosmética em Cabo Verde e quis saber mais sobre o produto e sobre a sua criadora, Asma Cheklout, uma argelina que escolheu Portugal para viver e a lusofonia como seu mercado de trabalho. Efetivamente, ela acaba de lançar a sua linha de máscaras faciais, focada num novo ritual de beleza que mistura cultura, beleza e bem-estar espiritual.

Fez-me lembrar as descrições de multiculturalismo da escritora britânica Zadie Smith ao questionar as diversas possibilidades de beleza nos encontros da diversidade. Por conseguinte, Asma Cheklout também experimenta a fusão na fileira da cosmética e o resultado, bem-sucedido por sinal, é a Asma Beauty Cosmetics.

Desde a infância que Asma foi criada a partir de um conceito muito natural e ecológico da beleza, a par de uma cultura própria em relação ao tratamento visual, algo intrínseco à sua pequena cidade natal, no sudoeste da Argélia. Em pleno deserto do Saara, a pele tem de ser tratada em função do sol radiante, da sombra preciosa, do vento arenoso, do calor diurno e do frio noturno. Requer ciência e consciência, serenidade e carícia, cultura própria, dizia, para se exalar a beleza.

Já que olhamos para a cosmética em torno de um festival literário em Cabo Verde, Zadie Smith, no seu romance “Uma Questão de Beleza” indaga: O que torna a vida realmente bela? Asma Cheklout responderia ser suas máscaras faciais o que torna a beleza profundamente viva.

A linha dos produtos, concebidos por Asma a partir da sua ancestralidade argelina, do seu conhecimento da fileira cosmética geral e do seu savoir-faire no Salão de Beleza que criou em Lisboa, é toda ela “Made in France”,  o que garante elevados padrões de segurança e qualidade.

Argelina Asma Cheklout, criadora das máscaras faciais da marca Asma Beauty Cosmetics

E o rosto, cartão de visita da identidade humana, é conceito transversal, recorrente e transcendente: Por conseguinte, as raízes da máscara facial remontam aos tempos antigos. Ao longo da História, vimos que vários povos criaram máscaras faciais, a partir de conceitos estéticos e de tratamento da pele do rosto, sendo milenares os produtos estéticos, passando por vários povos e diversas culturas.

Tais como os produtos de maquiagem, os perfumes, os cremes, a bijutaria e a moda, as máscaras faciais eram outrora e continuam hoje o ritual das mulheres no tratamento do rejuvenescimento, da beleza e do autocuidado (especialmente no tocante à limpeza, à hidratação e ao viço).

Estas diferentes máscaras que aportam a assinatura de Asma Cheklout parecem ser um fascínio de vida que mescla o clássico e o contemporâneo, assim como o tradicional e o inovador.

Já que olhamos para a cosmética em torno de um festival literário em Cabo Verde, Zadie Smith, no seu romance “Uma Questão de Beleza” indaga: O que torna a vida realmente bela? Asma Cheklout responderia ser suas máscaras faciais o que torna a beleza profundamente viva.

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