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Sociedade

Praia: Taxistas “param” Avenida Amílcar Cabral – Com Fotos

A Avenida Amílcar Cabral, situada no centro histórico da Cidade da Praia, teve uma das suas vias praticamente parada, nesta segunda-feira, 05, por conta da manifestação dos taxistas e proprietários de Táxi da capital.
Os taxistas e proprietários de Táxi saíram às ruas em protesto – de dois dias – contra o recenseamento e mudanças no sistema de licenciamento que a câmara municipal quer implementar.
“Hoje nós é que mandámos no Platô” foi uma das frases mais proferidas pelos taxistas que, com as suas viaturas paradas na Avenida Amílcar Cabral, protestavam contra as políticas que a Câmara Municipal quer implementar.


Por quase uma hora nenhuma outra viatura conseguia fazer o percurso Fazenda – Gamboa, passando pela citada avenida. Facto que causou alguns transtornos às pessoas que precisavam se deslocar para tratar de seus afazeres.
Tudo isto aconteceu no primeiro dia da manifestação organizada pela Associação dos Proprietários de Táxis da Praia (APTP) que pretendem mostrar o seu descontentamento em relação a decisão da câmara em implementar um novo sistema de licenciamento de táxi na Capital.
Refira-se que a CMP está a realizar, até o dia 28 de Fevereiro, um recenseamento de táxis, para saber quantas licenças estão em uso e quem são os proprietários destas no concelho da Praia. Sabe-se que uma das indignações dos taxistas tem a ver com o facto de com estas novas medidas da Câmara não seja possível ter licença através de procuração.
Por seu turno, o Presidente da APTP, João Vaz Antunes, considera que a deliberação da Câmara Municipal da Praia em não aceitar licenças geridas por procurações “é suicida para a classe dos taxistas”, uma vez que um número expressivo de proprietários gerem táxis por procurações, pelo que, caso a medida seja implementada, ficarão sem licença e os condutores perdem os seus postos de trabalho.
Por isso, Antunes apela “ao diálogo e ao bom-senso” da autarquia, porque, caso a medida seja levada avante, “tanto os taxistas como muitos praienses sairão prejudicados”, dado que boa parte dependem dos serviços táxis para irem ao trabalho e até para levar os filhos à escola.
GSF
 
 
 
 
 
 

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