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Sociedade

Santo Antão: Transportes marítimos deixam “apreensivos” operadores turísticos no arranque da época alta do turismo

O facto da ligação marítima entre Porto Novo e São Vicente continuar a ser assegurada apenas por um ferryboat está a deixar “apreensivos” os operadores turísticos em Santo Antão, no arranque da época alta do turismo, nesta ilha.

O Inter-ilhas, com capacidade para transportar 300 passageiros, tem efectuado três viagens/dia, para atender à demanda, mas os operadores receiam que, nesta época alta, que decorre entre Outubro e Maio, possa haver “sobressaltos”, com a vinda de “milhares” de turistas” a Santo Antão.

Rufino Évora, da agência Barracuda, é um dos operadores que têm manifestado esse receio no início da época alta, durante a qual Santo Antão recebe, praticamente todos os dias, grupos de turistas para a prática de trekking (caminhadas em trilhas).

Os operadores dizem estar a “rezar” para que não aconteça algo que obrigue este navio, o único que está a operar nessa rota desde Agosto, a parar, porque seria “um caos” nesta linha, de maior fluxo a nível nacional.

Por isso, insistem na necessidade da nova operadora, a Cabo Verde Inter-ilhas (CVI), colocar mais uma embarcação nesta linha.

A CVI pretendia colocar o navio Sotavento nesse trajecto, mas os operadores e os autarcas recusaram essa possibilidade, alegando que esse navio, pelas suas características, não serve os interesses da ilha.

Porém, o edil portonovense, Aníbal Fonseca, que tem sido muito crítico em relação à qualidade do serviço prestado neste percurso, a qual, a seu ver, “degradou-se” a partir de Agosto, diz ter a garantia da nova operadora de que, entre Outubro e Novembro, dois navios estarão a operar entre Porto Novo e São Vicente.

Inforpress

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