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Política

Câmara dos Mosteiros: Presidente lamenta falhas no controlo de viagens inter-ilhas

Para Carlos Fernandinho Teixeira, os procedimentos das viagens inter-ilhas “não estão a correr bem”, pelo que há necessidade de maior rigor nas saídas e chegadas.

“Há necessidade de um maior rigor nas viagens inter-ilhas. É preciso exigir testes PCR – “Polimerase Chain Reaction”, ou, em português, “Reação em Cadeia da Polimerase –, para todos os passageiros no percurso inter-ilhas, com mais rigor, de modo a e evitar que a situação continue a propagar para as ilhas de Cabo Verde”, disse o autarca, esta manhã, em declarações à RCV –  Rádio de Cabo Verde.

Teixeira remarca que há falhas, mas escusa-se em detalhar. “Se as coisas estivessem a correr bem, naturalmente, não teríamos casos aqui na Ilha do Fogo”, sustenta.

O autarca mosteirense reúne-se, na tarde desta sexta-feira, 28, com o ministro da saúde para analisar a situação e determinar medidas que impeçam o alargamento da COVID-19, por toda a lha.

Para já, segundo Teixeira, houve um reforço de enfermeiros e médicos nos Mosteiros, a par das medidas para travar o alargamento da doença, com o aumento da fiscalização dos operadores económicos e da sensibilização das pessoas.

Defende, também, o confinamento das pessoas e das zonas mais afectadas, designadamente: Relvas, Corvo e Agrande, apesar do ministro da Saúde, Arlindo do Rosário, descartar “um cordão sanitário” nos Mosteiros.

Fogo regista, em apenas  uma semana, 30 casos de COVID-19 acumulados, sendo 28 nos Mosteiros e dois em São Filipe.

Na noite de terça-feira, 25,  registou a primeira morte: um indivíduo de 67 anos, de Mosteiros, que padecia de outras complicações, nomeadamente: hiper-tensão, diabetes e colesterol alto.

 Ricénio Lima

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