Aos 28 anos, Nádia Costa transformou a necessidade de uma renda extra num negócio promissor dedicado à venda de cabelo humano e produtos específicos para cuidar de todos os tipos de cabelo.
A ideia surgiu-lhe há dois anos em Novembro de 2023, quando encomendou cabelo para uso pessoal e percebeu a qualidade do produto. Com o primeiro feedback positivo, ainda em Dezembro, vindo de uma cliente da ilha do Sal que nem a conhecia, deu-lhe a confiança necessária para avançar. O caminho, porém, não foi simples.
“O maior desafio continua a ser o processo de importação, muitas vezes marcado por atrasos e custos elevados de despacho na alfândega”, conta.
Ainda assim, Nádia não desiste e aposta forte na apresentação do produto, na embalagem cuidada, brindes e assistência pós-venda.
Por enquanto, sem espaço físico adequado, Nádia trabalha através de redes socias e investe nas estratégias de divulgação com cartões de contacto, descontos, rifas e dinâmicas que facilitam as compras. E, com o mercado cada vez mais competitivo, acredita que criatividade, ousadia e qualidade são essenciais para se destacar.
O futuro já está desenhado no papel, abrir um salão onde poderá oferecer um serviço completo, a experiência que acumulou em Portugal, onde fazia tranças como renda extra, e agora o seu desejo é empreender em Cabo Verde.
Determinada, deixa um conselho para os jovens, principalmente aos que querem escolher este ramo: “Apostem muito na qualidade e na forma como tratam clientes (…), as pessoas fazem um esforço para adquirir os vossos serviços, por isso devem prestar um serviço que faça o cliente sentir-se satisfeito”.
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