Assinala-se hoje os 73 anos do naufrágio do navio Jonh Schmeltzer, em Ponta de Canjana, próximo à Praia Foromosa, litoral de Porto Novo. Para assinalar a data, é promovida uma conversa aberta e uma excursão até o local do sucedido.
Considerado um dos marcos mais importantes da história recente de Santo Antão, os 73 anos naufrágio do navio Jonh Schmerltzer não passam despercebidos. O autor da obra, “Tempo de Jonh”, Pitt Reitmaier , que retrata a história, reúne-se hoje com os jovens em Porto Novo para conversarem deste capítulo da história.
O navio viria a naufragar na madrugada de 25 de novembro de 1947, no litoral de Porto Novo, quando tinha Gotemburgo, na Suécia, como destino. O carregamento de milho e Granel que dispunha viria a salvar parte da população, que enfrentava uma das mais severas crise humanitária de secas cíclicas e consequentes epidemia de fome.
Enquanto que no mundo se morria dos bombardeamentos da 2ª guerra mundial, em Cabo Verde morria-se de fome.
Este capítulo da história é representado no teatro e no cinema pelo grupo teatral “Juventude em Marcha”, que quiseram eternizar a história da fome e de resistência em tempos de fome.
No dia 29, os voluntários do Centro da Juventude do Porto Novo organizam um excursão até Canjana, local do encalhe.
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