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Destaques

Destaques da edição 792 do Jornal A NAÇÃO

CONTEÚDO PREMIUM

Escolha de Harold Tavares
Banco Mundial obriga Governo a repor a verdade

  • Cândido Rodrigues arrasa escolha de Ulisses

Harold Tavares não foi escolhido pelo Banco Mundial, como o Governo pretendeu fazer crer através de um comunicado oficial. Chamado a capítulo, por aquele organismo internacional, o Palácio da Várzea viu-se obrigado a repor a verdade. O silêncio de Ulisses Correia e Silva, bem como do MpD, habitualmente rápido em socorrer o Executivo, atesta o mal-estar em torno do “caso” Harold Tavares.

Amaro da Luz “versus” Casimiro de Pina
Supremo considerou prisão ilegal
O Tribunal da Comarca da Praia condenou, na semana passada, o cidadão Amaro da Luz (filho) a cinco anos de prisão efectiva por ter agredido fisicamente o conhecido jurista Casimiro de Pina. Recolhido de imediato à prisão, a defesa de Amaro conseguiu, no início desta semana, o “habeas corpus” junto do Supremo Tribunal de Justiça do seu cliente. Este vai poder assim esperar em liberdade pelo recurso do caso em segunda instância.

Câmara da Praia
MpD vai impugnar orçamento de 2023
O orçamento da CMP está envolto em polémica, pela terceira vez, na era de Francisco Carvalho. A bancada do MpD vai avançar, ainda esta semana, com uma providência cautelar para impedir que esse instrumento para 2023 seja apreciado na próxima sessão da Assembleia Municipal.

Mundo
Reeleição de Lula coloca Brasil em alta tensão
Luiz Inácio Lula da Silva, de 77 anos, é o novo presidente do Brasil. O petista metalúrgico derrotou o capitão Jair Bolsonaro nas urnas neste domingo, 30, por uma apertada margem. No discurso de vitória, o vencedor prometeu unir o Brasil, abaixar as armas e acabar de novo com a fome. O vencido só se pronunciou quase 48 horas das eleições e não aceitou, directamente, a derrota.

100 anos
A fome de 1922 e a luta pelas taxas do cabo submarino
Em 1922, Cabo Verde via-se a braços com uma das suas célebres crises famélicas, que haveria de deixar um saldo acima de 30 mil mortos, entre 150 mil habitantes. Contra a habitual política de “esmolas”, improvisadas por Lisboa para acudir esta sua então colónia, o senador Augusto Vera Cruz e os deputados Carlos de Vasconcelos e Viriato da Fonseca lançam-se num combate pelas receitas do cabo submarino inglês amarrado na ilha de São Vicente, desde 1874. Embora 50 por cento dessa fortuna – sem aspas – fosse, desde 1914, por lei, do Governo da Província de Cabo Verde, este nunca viu um cêntimo desse dinheiro, por recusa reiterada da Administração Geral de Correios e Telégrafos. Um locupletamento que levaria Vera Cruz a considerar essa empresa pública uma “assassina de caboverdeanos”, dado que com esse fabuloso recurso Cabo Verde poderia financiar o seu fomento, evitando com isso as situações de fome que invariavelmente acabavam por condenar milhares de cabo-verdianos à morte.

Encontra, também, nesta Edição nº.  792do Jornal  A NAÇÃO – que já está disponível em PDF -, as Opiniões de: Adriano Miranda, Germano Almeida e Luís Kandjimbo; a par da Coluna de Marciano Moreira.

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